Oferta 1055
Polos de fio 30/1 penteado.
Quantidade: 3.600 peças
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Polos de fio 30/1 penteado.
Quantidade: 3.600 peças
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Saldo de confecção em malhas caneladas, meia malha, estampadas e lisas, diversos tamanhos e cores, com e sem etiqueta de marca e composição. Diversas marcas de renome no mercado.
Quantidade: 2000 mil peças
Masculino e Feminino
Peças separadas por categoria de estação e sexo.
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O vice-presidente comercial da Tata Consultancy Services (TCS) no Brasil, Ailtom Nascimento, já perdeu a conta das horas que passou preso no trânsito e em saguões de aeroportos para participar de reuniões que durariam muito menos tempo que o gasto nos trajetos. Só as reuniões internas de diretoria lhe custavam uma viagem semanal entre São Paulo e Brasília e a perda de quase um dia de trabalho. Tudo para uma reunião que não passava de uma hora. “Hoje, praticamente todas as reuniões são feitas por teleconferência. Como não há deslocamento, é muito mais fácil conciliar as agendas. O processo de tomada de decisões ficou mais ágil”, afirma.
Há menos de dois anos, a TCS substituiu 40% das reuniões presenciais por teleconferências. A infraestrutura é comprada da empresa 7X7, que no Brasil representa a marca ClaireConference. Fundada em 1994, a companhia registrou um crescimento de 45% no faturamento em 2009, chegando a R$ 4 milhões, e espera crescer 50% este ano, afirma seu diretor comercial, Mauricio Farias.
Até agora, a 7X7 atuou com serviços por telefone e internet, mas para concorrer mais de perto com a líder de mercado, a Cisco Systems, o plano é lançar um serviço de videoconferência. “As empresas estão mais interessadas em economizar recursos e para aquelas quem têm um gasto alto por executivo, a economia de tempo e de orçamento com o uso da teleconferência compensa”, diz Farias.
O executivo estima que apenas no Brasil a substituição de viagens por conferência à distância gera nas companhias uma economia de R$ 40 milhões por ano.
Com escritórios espalhados por 20 Estados e mais 20 unidades em São Paulo, a operadora de telefonia móvel Vivo queria integrar suas equipes. A solução foi montar salas de videoconferência em cada uma das filiais, para realizar apresentações, treinamento e reuniões semanais das equipes comerciais. “Considerando o gasto com viagem e o tempo que o executivo perde, calculamos uma economia de 40%”, diz Pollymark Aquino, diretor de segurança e administração de serviços da Vivo. A operadora adquiriu equipamentos da Polycom.
A companhia farmacêutica Nycomed Pharma também adotou o serviço no Brasil há 18 meses. De acordo com o supervisor de tecnologia da empresa, Alex Money Soares, o sistema é compartilhado entre 350 funcionários, distribuídos em todos os Estados e até em outros países. “Com preço de ligação local, é possível reunir toda a equipe, apresentar por internet os dados e tomar decisões em um curto espaço de tempo”, afirma Soares.
Além de evitar o deslocamento de funcionários, a videoconferência começa a ganhar novos tipos de uso. O Hospital Edmundo Vasconcelos, de São Paulo, iniciou um projeto de visita virtual, pelo qual o paciente interage, por vídeo, com familiares e amigos. O projeto começou em 20 apartamentos e a meta é chegar a todos os 115 até o fim do mês.
Essa facilidade foi uma evolução natural da implantação de terminais com acesso à internet (thin clients) em todos os quartos e da oferta de rede WiFi para quem tem notebook, conta o gerente-executivo de tecnologia, Osmar Antonio dos Santos. O hospital estuda agora como levar a televisita para salas de UTI, local de acesso difícil aos visitantes. O projeto consumiu R$ 32 mil no desenvolvimento do software e instalação de câmeras web. O servidor de vídeo – um equipamento essencial para o sistema funcionar – fica hospedado em uma empresa de serviços que faz a administração e manutenção do sistema, por uma quantia mensal de R$ 1 mil. A conexão é feita por meio de dois links dedicados de banda larga, um da Embratel e outro da Telefônica, que são redundantes para não haver problema de queda da rede.
Um dos obstáculos para a popularização do sistema no Brasil é o alto custo da banda larga. “A queda de preço dos equipamentos não foi acompanhada pelo barateamento do acesso à internet”, afirma Douglas Miranda, diretor de vendas da integradora de sistemas Seal. Segundo o executivo, um projeto de videoconferência custa em torno de US$ 10 mil. Já a conexão à internet sai por uma média de R$ 500 por mês. “E a velocidade da conexão pode oscilar, o que afeta a qualidade das ligações”, afirma.
O diretor geral para América Latina e América Central da Tandberg, Thomas Valantin, afirma que houve uma mudança no perfil do consumidor brasileiro e prevê um aumento da demanda neste ano entre 20% e 25%. A Tandberg planeja crescer 50% no Brasil, com o lançamento de um sistema de teleconferência no formato de um serviço pago mensalmente, além da venda de salas próprias para reuniões a distancia. Para isso, a companhia fechou parcerias com Telefônica e Oi, que proverão acesso de banda larga.
O diretor de operações da Polycom, Pierre Rodriguez, afirma que houve uma popularização dos sistemas, mas que há demanda para equipamentos de grande porte, que chegam a custar US$ 500 mil. Os principais usuários são bancos e empresas de petróleo. No Brasil, os campeões de vendas são sistemas entre US$ 10 mil e US$ 30 mil. Também há opções de serviços de webcasting, como o oferecido pela Voitel, que custa R$ 4 mil e inclui a montagem de uma sala de videoconferência para um evento específico, sem a necessidade de compra dos equipamentos. A opção de fazer vídeo ponto a ponto nos computadores de mesa esbarra na questões de qualidade e segurança. “Os funcionários não são autorizados a fazer reuniões em redes externas, que fogem ao controle dos servidores das empresas, afetando a confidencialidade e segurança das informações”, diz Rodriguez.
Fonte: Ana Luiza Mahlmeister, Cibelle Bouças e Gustavo Brigatto – Valor Econômico
Por Diego Batista – Marketing Digital – Bolsa de Mercadorias Têxteis
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Que o e-mail é um grande problema corporativo ninguém precisa duvidar, mas você já parou para observar quantas pessoas no ambiente corporativo tem hábitos nada produtivos com eles, o que faz a situação piorar ainda mais?
Em uma das pesquisas que a minha empresa conduziu, descobrimos que o brasileiro gasta em média três horas por dia para lidar com os seus e-mails, o que pode ser um tempo mal aproveitado caso as pessoas não saibam lidar com as mensagens de forma adequada.
Mas será que você é a pessoa que tem maus hábitos de e-mail na empresa e acaba gastando tempo a toa de seus colegas por causa disso? Se você se encaixar no perfil abaixo, pode se colocar no papel de “E-MALA”. Veja abaixo alguns sintomas clássicos:
Mister Urgência – Se todos seus e-mails são para ontem, se tudo que você manda é imediato e precisa ser feito na hora, se você liga depois de enviar um e-mail e pergunta se a pessoa viu seu e-mail urgente, existe algo errado com seu planejamento pessoal e sua rotina diária.
Caixa de Entrada Lotada – Todo e-mala possui mais de 100 e-mails na Caixa de Entrada. Em geral é a pessoa que vive comentando que não recebe os e-mails dos outros, que pede informações que chegaram no e-mail mas ele não sabe pois não leu ainda. É comum também demorar um tempão para achar uma mensagem no meio de tantos e-mails não lidos ou mal organizados.
Copia todos – É sempre melhor que todos fiquem sabendo do assunto do que apenas um, certo? Talvez lá na escola você adorasse que todo mundo parasse para ouvir suas histórias, não é? Em geral também gosta muito de responder a todos, pois é o botão maior no Outlook e ele sempre salta no seu clique.
Assuntos Bizarros – O conteúdo do seu e-mail fala sobre o resultado da última reunião de diretoria, mas o assunto é algo do tipo: “O gato subiu no telhado” ou qualquer coisa do gênero. Em um e-mail o assunto deve resumir em uma frase o conteúdo do mesmo e não ser uma frase criptografada que até um hacker teria dificuldades em decifrar.
Correntes – O e-mala adora mandar correntes com frases bonitas, apresentações divertidas, vídeos engraçados, tem medo que caia sua orelha ou que Deus fique bravo com ele se a mensagem não chegar a 20 pessoas pelo menos.
E-mails sem ação – A maioria dos e-mails é composta de informações e ações que devem ser tomadas, mas o e-mala só sabe passar a informação e deixa os próximos passos indefinidos ou ambíguos.
E-mails longos – Todo e-mala tem o DNA do mala clássico, que você sempre evita. Adora ficar falando horas sem ter muito o que agregar e que sempre acaba atrapalhando. Isso aplicado no e-mail cria mensagens muito extensas, sem objetividade e chatas de ler. O ideal é manter um e-mail com menos de quatro parágrafos (aproximadamente 1000 caracteres).
Estas são as características mais marcantes do “E-MALA”, o que não significa que se você tem apenas uma ou outra característica, não possa se tornar um no futuro. Pense a respeito e evite que isso aconteça.
Fonte: Christian Barbosa – HSM Online
Por Diego Batista – Marketing Digital – Bolsa de Mercadorias Têxteis
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O setor da tecnologia anda numa fase retrô -afastando-se dos controles remotos, mouses e joysticks, para algo que chega sem baterias, fios ou manual. Chama-se mão.
Nos próximos meses, Microsoft, Hitachi, grandes fabricantes de PCs e afins vão começar a vender dispositivos que permitirão às pessoas zapear a TV ou mover documentos na tela de computador com simples gestos de mão.
A tecnologia, uma das mudanças mais significativas na interface homem-máquina desde o surgimento do mouse, no começo da década de 1980, foi apresentada em sessões privativas durante o evento Consumer Electronics Show, no começo de janeiro.
Tentativas anteriores com uma tecnologia similar se revelaram desajeitadas e frustrantes. Já a nova safra chega com uma revigorante surpresa: funciona de verdade. “Tudo está finalmente indo na direção certa”, disse Vincent John Vincent, cofundador da GestureTek, empresa que produz softwares para dispositivos gestuais.
Manipular a tela com uma pancadinha do punho vai fazer muita gente se lembrar do filme “Minority Report – A Nova Lei” (2002), em que Tom Cruise movimenta imagens e documentos em telas futuristas com gestos abrangentes. A tecnologia da vida real exigirá uma habilidade similar e alguma sutileza.
Fique diante de uma TV armada com uma câmera de tecnologia do gesto, e você poderá ligar o aparelho com um soquinho no ar. Mudar de canais exige um giro da mão, e para aumentar o volume você dá um tapinha para cima. Se há uma foto na tela, você pode ampliá-la segurando suas mãos no ar e separando-as, e reduzi-la juntando suas mãos novamente, como faria com os dedos em uma tela “touch screen” de celular.
A revolução gestual vai se popularizar a partir do fim do ano, quando a Microsoft lançará um novo sistema de videogame conhecido a esta altura como Projeto Natal. Trata-se da tentativa da Microsoft para superar o Wii, da Nintendo.
Enquanto o Wii exige controladores manuais hipersensíveis para traduzir os movimentos corporais em ação na tela, o Natal irá exigir apenas o corpo humano. A Microsoft já demonstrou jogos como uma queimada onde as pessoas podem saltar, atirar bolas contra seus adversários e se esquivar das boladas usando movimentos naturais. Ao mesmo tempo em que o sistema de games da Microsoft chegar ao mercado, a Hitachi deve lançar no Japão TVs que permitem que as pessoas liguem suas telas, mudem de canal e controlem o volume com movimentos manuais.
Laptops e outros computadores também devem chegar neste ano com câmeras embutidas capazes de captar gestos semelhantes. Tal tecnologia deve tornar obsoletas as atuais ferramentas de “touch screen”, já que as pessoas usarão os gestos para controlar, por exemplo, o aparelho de DVD.
Para trazer à vida essas funções gestuais, a eletrônica precisa olhar detalhadamente o mundo ao seu redor por meio de pequenas câmeras digitais. Isso significou dar à TV, por exemplo, um meio de identificar as pessoas sentadas num sofá e reconhecer um certo ondular da mão como um comando, e não como uma coçada de nariz. Pequenas coisas como o sol, as luzes da sala e o incômodo hábito das pessoas de se levantarem de repente são alguns dos obstáculos que as empresas tiveram de superar.
A empresa GestureTek tenta há 25 anos aperfeiçoar a tecnologia, com algum sucesso. Ela ajuda apresentadores de meteorologia da TV, museus e hotéis a criarem enormes painéis interativos.
O grande avanço na nova tecnologia gestual se dá pelo uso de câmeras que veem o mundo em 3D, acrescentando aquela crucial camada de percepção de profundidade que ajuda um computador ou uma TV a reconhecer quando alguém vira a mão para frente ou balança a cabeça.
A empresa Canesta há 11 anos desenvolve chips para essas câmeras 3D. O chip ocupa menos espaço que uma unha. “Sempre tivemos esta visão grandiosa de sermos capazes de controlar dispositivos eletrônicos à distância”, disse Cyrus Bamji, executivo-chefe de tecnologia da Canesta. A competição se tornou acirrada por causa do repentino interesse por essa tecnologia.
A Canesta e a PrimeSense, de Tel Aviv, têm disputado o direito de fornecer os chips 3D ao sistema de games Natal, da Microsoft. Numa demonstração em Las Vegas, uma câmera usando o chip PrimeSense pôde distinguir entre múltiplas pessoas sentadas num sofá e até apontar a diferença entre um casaco, uma camisa e uma camiseta usada por baixo desta. E, com tal tecnologia, é impossível, por mais que você tente, perder o controle remoto.
Fonte: ASHLEE VANCE – The New York Times (Folha de S. Paulo)
Por Diego Batista – Marketing Digital - Bolsa de Mercadorias Têxteis
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Muitas vezes considerado uma “zona de tensão” dentro da loja ou até mesmo um local sem muita importância, o caixa merece toda a atenção por parte dos gestores do varejo. Afinal, o momento final da venda é tão importante quanto a abordagem ou a negociação e, por isso, requer atendentes capacitados. Para que o atendimento neste ponto seja satisfatório, é preciso reconhecer sua importância e contar com técnicas apropriadas.
O consultor especializado em varejo, atendimento e vendas Scher Soares (São Paulo/ SP), sublinha que o caixa é conhecido como uma área delicada dentro do ponto-de-venda. Ao mesmo tempo que, na maioria dos casos, o cliente deseja passar por ele rapidamente, é também o momento no qual o consumidor, de fato, assume o comportamento prático de pagar por seu consumo. “É um momento em que, mesmo inconscientemente, o cliente sente o ônus do pagamento e avalia o bônus da sua compra. Qualquer deslize neste momento pode causar mais ênfase no ônus, no desembolso, ao mesmo tempo que um detalhe positivo agrega valor à compra e, da mesma maneira, dá mais ênfase no bônus da aquisição”, avalia. Ao caixa, segundo ele, cabe esse ‘grand finale’, com um atendimento que valorize a compra do cliente, com comportamentos diferenciados que o façam se sentir servido e que resultem em uma boa experiência. Segundo o professor e consultor de vendas e atendimento Eduardo Frederico Dias Pereira de Oliveira (Recife/PE), o profissional que opera no caixa, além das competências necessárias ao bom desempenho de suas atividades, deve ser um exímio vendedor e ser tão bem treinado para as vendas quanto os demais vendedores. “A importância dessa visão para uma organização está no fato de que, muitas vezes, é no caixa que as vendas se concretizam. De que adianta os vendedores oferecerem um excelente atendimento se, ao chegar no caixa para concretizar a venda, o cliente não for bem tratado e estimulado a voltar?”, questiona. No caixa, muitas vezes, o atendente pensa que a venda já está finalizada e não precisa mais cativar o cliente. Oliveira salienta que, assim como os vendedores são chamados atualmente de “consultores de vendas”, o atendente de caixa, dentro de uma visão sistêmica de negócio, nada mais é do que um “consultor final”, sendo uma peça importante dentro da estratégia de negócio de uma organização. “Quando colocamos nesta posição de trabalho pessoas que não possuem o perfil voltado para vendas e atendimento, corremos o risco de perder o cliente na “boca do caixa”. É como perder um gol sem goleiro”, sublinha. O atendimento no caixa é o momento, segundo ele, de confirmar o pedido junto ao cliente, o endereço para a entrega e o prazo para o pagamento, fazer recomendações sobre o produto oferecido, garantia, assistência técnica, entre outros.
Lia Nara Bau/Jornal Exclusivo
Fonte: exclusivo.com.br
Por Diego Batista – Marketing Digital – Bolsa de Mercadorias Têxteis
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Confira 10 dicas para transformar o otimismo em bons resultados para os negócios O otimismo é uma das características mais marcantes do brasileiro. Mesmo em períodos de crise, o povo – tradicionalmente – se mostra confiante na melhora do país, o que ajuda a superar momentos difíceis. Para 2010, não poderia ser diferente. Um estudo divulgado recentemente pela CNI/Ibope indica que 92% dos brasileiros acreditam que o ano será bom ou muito bom.
Essa confiança em 2010 também pode ser observada no mundo dos negócios, como revela uma pesquisa realizada pela KPMG, empresa internacional de consultoria. De acordo com o levantamento, os empresários brasileiros são os mais otimistas, entre mais de 11 mil organizações que responderam à pesquisa. Mas como aproveitar todo essa “energia” positiva em benefício de um negócio próprio, por exemplo?
Uma ação importante, para quem quer implementar um negócio já neste início de ano, é identificar quais áreas estarão em alta ao longo de 2010 e tentar explorar ao máximo esse nicho de mercado. A proximidade de eventos importantes no Brasil como Copa do Mundo e Eleições abrem grandes oportunidades.
Além da Copa e Eleições, que sem dúvida devem alavancar a economia do país e beneficiar os pequenos e médios empreendedores, há outra infinidade de oportunidades que deverão surgir. Poucas pessoas, no entanto, conseguem identificar os momentos oportunos, que surgem naquilo que alguns chamam de “tempo real”. O conceito de produto ou serviço pode ser bom, mas passado o momento certo, que garante o selo de inovador ao negócio estabelecido, a oportunidade de investimento viável deixa de existir. Para que um empreendedor aproveite uma ocasião, é necessário atitude para que seja explorada no tempo certo.
Investimento em tempo é essencial
Para enxergar uma boa oportunidade é preciso dedicar um tempo especialmente para pensar. E não se pode achar que o período gasto nessa avaliação mental foi desperdiçado, caso a oportunidade tenha sido recusada. Afinal de contas, esse investimento intelectual pode ter evitado uma perda de capital e nada impede que a ideia possa ser útil em alguma outra situação futura.
Portanto é preciso refletir. E para descobrir se um projeto pode se tornar de fato uma oportunidade real de negócio seguem algumas importantes perguntas que o empreendedor deve fazer a si mesmo e, com isso, aumentar suas chances de alcançar bons resultados.
1. Quais as principais forças e “vácuos competitivos” que criam esta oportunidade?
2. O que está por trás dessa oportunidade?
3. Quais as principais razões que conduzem a ela?
4. Por quanto tempo elas vão existir?
5. Para quem esta oportunidade será desejável?
6. Os valores pessoais e o estilo de vida do empreendedor têm um grande peso na definição de uma boa oportunidade. Qual seu estilo de vida? Ele é compatível com sua ideia de negócio?
7. Existe uma necessidade real para este produto ou serviço?
8. Consegue-se identificar os consumidores?
9. Pode-se atingi-los?
10. Eles ficarão realmente encantados e entusiasmados com o produto ou serviço?
Luiz Alberto Ferla (Administrador e engenheiro pós-graduado em planejamento estratégico, é CEO das empresas Talk Interactive – de relacionamento digital e Knowtec – inteligência competitiva. Também é co-autor do livro “Viagem ao Mundo do Empreendedorismo”)
Fonte: Luiz Alberto Ferla – HSM Online
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